A bola estava dada.
E você devolveu a mesa.
Você abaixa, olha mais uma vez, muda um pouco a mira e bate.
A bola passa raspando pela boca.
Seu amigo levanta, pega o taco e solta aquela que dói mais que o próprio erro:
“Essa aí até eu matava.”
E o pior é que você sabe disso.
Você já matou bolas muito mais difíceis.
O problema é nunca saber quando aquela sua versão que mata tudo vai aparecer, e quando vai aparecer a versão que entrega justamente a bola que não podia perder.













